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UE envia observadores à Guiné Bissau | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Missão de Observação Eleitoral da União Europeia quer contribuir para o reforço da confiança dos partidos políticos e dos eleitores para as eleições legislativas de 16 de Novembro. Os observadores querem actuar como elemento dissuasor para que o acto eleitoral decorra livremente e isento de fraude, intimidação e violência. No seu primeiro encontro com a imprensa, o chefe da missão Johan Van Hecke prometeu a todos os envolvidos no processo que os observadores irão exercer o seu mandato 'de forma objectiva, neutra e independente'. Entretanto Van Hecke lamentou o incumprimento por parte das autoridades guineenses das recomendacões feitas no relatório final das presidencias de 2005. 'Uma das recomendacões não acatadas foi a atribuição à CNE da competência exclusiva de realização do recenseamento dos eleitores', disse Van Hecke. Ainda no capítulo de incumprimentos referiu-se à não criação de um quadro legal que facilitasse a observação eleitoral local por parte da Sociedade Civil. Para além dos primeiros quatro elementos desta missão, no sábado chegaram mais 20 para um período mais prolongado. Depois de dois dias de preparação serão distribuídos pelas nove regiões da Guiné, e outros 24 estarão em Bissau nas vésperas das eleições para seguir a votação e o processo da contagem. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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