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Guiné-Bissau: pequenos partidos unem-se | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Para impedir uma eventual maioria absoluta nas próximas eleições legislativas de 16 de Novembro na Guiné-Bissau, quatro pequenos partidos formam a Aliança de Forças Patrióticas. A coligação é coordenada por Amine Saad, presidente da União para a Mudança, e inclui a Frente Democrática Social, de Rafael Barbosa, o Fórum Cívico Guineense-Social Democracia, de Antonieta Rosa Gomes, e o Partido para a Solidariedade e Trabalho, de Iancuba Ndjai. Entrevistado pela BBC, Amine Saad falou da realidade que é preciso ter em conta. "Temos um país em que o funcionamento das instituições é ainda um facto débil. Qualquer maioria absoluta pode transformar-se numa ditadura absoluta. Por isso o propósito da coligação é impossibilitar que o PAIGC ou PRS ganhem as eleições com maioria absoluta." Referindo-se a acções concretas para atingir esse objectivo, Amine Saad disse que vão dizer ao eleitorado que a expressão da democaracia é a pluralidade. "Não queremos que o PAIGC deixe de ser partido único para ser o único partido da Guiné, não queremos que o PRS seja partido absolutista. Temos que concorrer, temos que juntar os trapos para atingirmos a fasquia que impeça o PAIGC ou o PRS de ganhar eleições com maioria absoluta", afirmou Saad. O Pesidente da União para a Mudança disse que a Coligação está aberta a todas formações politicas e personalidades patrióticas. "Entre desaparecer da cena política e juntar-se à Aliança, para qualquer força patriótica não há outro caminho, tem que juntar-se a Aliança das Forças Patrióticas", considerou Saad. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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