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Guerra ao tráfico de drogas na Guiné-Bissau | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Primeiro-Ministro, Martinho Dafa Cabi, disse lamentar a não comparência, pela segunda vez, do Procurador Geral da República (PGR) na sede do governo, para receber provas relacionadas com o tráfico de drogas. O PM decide remeter o que considera 'matérias de provas', registos magnéticos e audiovisuais, à Procuradoria na sequência das audições a que fora submetido na semana passada pelo Ministério Público As audições tiveram lugar na sequência do pedido de colaboracão à justica que lhe fora feito por ter afirmado que muitas pessoas enriqueceram no país com o tráfico de drogas. Dafa Cabi está ansioso por receber o PGR, com base nas declarações e troca de correspondência que tem remetido aos órgãos de comunicacão social e que foram amplamente difundidos. O chefe do executivo guineense mantem-se firme quanto às declarações feitas na Polícia Judiciária. 'Não estava a falar banalmente. O Primeiro-Ministro tem dados mais do que suficientes, portanto espera que com a dinâmica do novo Procurador Geral da República, venha receber esses dados', disse Dafa Cabi. No combate ao tráfico de drogas, o Primeiro-Ministro diz que o governo conta com a contribuição de todos mas particularmente com a da Procuradoria Geral da República. 'Não é só a tarefa do governo mas sim de todos e sobretudo da Procuradoria Geral da República, enquanto advogado do estado', disse Martinho Dafa Cabi. 'Por isso o governo aguarda com toda a ansiedade a dinâmica e a capacidade da Procuradoria Geral da República para prosseguir os trabalhos que pensamos poder mudar a imagem interna e externa da Guiné-Bissau', concluíu o PM. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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