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A protecção da floresta em São Tomé | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ambiente em São Tomé e Príncipe está a ser ameaçado devido ao abate indiscriminado de árvores. A situação preocupa algumas organizações não-governamentais no arquipélago, como é o caso da Zatona-Adil. A Zatona-Adil é uma ONG que, patrocinada pelos Estados Unidos, lançou mãos a um projecto denominado "Comunidade e Ambiente Saudável". Quatro comunidades do distrito de Lobata, ao norte de São Tomé lançaram-se a este projecto que como objectivo principal proteger e recuperar a floresta santomense. Dionísio Amado, responsável por esta organização não-governamental explicou as razões da escolha destas comunidades para o arranque do projecto. Disse que têm a ver com o facto de no passado elas terem sido alvo da intervenção humana, com o corte indiscriminado de árvores e outras acções que não contribuíram para uma boa conservação da natureza. O lançamento do projecto, que conta com a colaboração da Direcção Nacional das Florestas, teve lugar na comunidade de Plancas Segunda. Na ocasião, o porta-voz das quatro comunidades contempladas com a iniciativa destacou a importância dessas mesmas comunidades no projecto, no que toca ao plantio e cuidados com as árvores. Este projecto "Comunidade e Ambiente Saudável", orçado em 15 mil dólares, vai durar oito meses. A desertificação que se verifica resulta do abate indiscriminado de árvores pelos proprietários de terras distribuídas pelo Estado e que justificam esta prática com a falta de meios materiais e financeiros para trabalharem as suas parcelas. E como tal transformaram as árvores numa uma boa fonte de negócio, em detrimento de um ambiente saudável em São Tomé. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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