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Última actualização: 11 Julho, 2007 - Publicado em 14:18 GMT
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Corrupção africana 'a diminuir'
Menina da República da África Central
O Banco Mundial afirma que a boa governação ajuda a combater a pobreza.
Novo relatório do Banco Mundial afirma que alguns países em África estão progredir, ao melhorarem os padrões de governação e o combate à corrupção.

Mas também afirma que apesar de algumas histórias de sucesso, a norma é que houve poucas melhorias na última década.

O relatório do Banco Mundial é uma tentativa de medir a qualidade das instituições públicas nos países membros do Banco.

Em análise está a forma como o seu desempenho mudou na década passada, numa série de áreas, incluindo o cumprimento da lei, a estabilidade política e a corrupção.

Há muito tempo que estes aspectos são considerados como obstáculos ao desenvolvimento se houver um fraco desempenho.

O relatório dentifica alguns países: Angola e Libéria fortaleceram o cumprimento da lei enquanto a Serra Leoa e o Ruanda progrediram em termos de estabilidade política.

A Tanzânia é também nomeada pelo seu avanço no combate à corrupção.

Alguns países em vias de desenvolvimento, que incluem o Botswana, a Costa Rica e o Chile, conseguiram um melhor desempenho em algumas áreas do que países industrializados como a Itália e a Grécia.

Conclusões

O relatório do Banco Mundial realça que quando há um verdadeiro empenho em reformar o país, o desenvolvimento acontece com alguma rapidez.

Mas enquanto alguns países progrediram outros degradaram-se como é o caso do Zimbabué, Costa do Marfim e Venezuela.

O relatório do Banco Mundial conclui que a norma é um fraco desenvolvimento.

Outra das conclusões do relatório é que uma autoridade política legítima e eficiente na gestão dos assuntos da sociedade é crucial para eliminar a pobreza e melhorar o estilo de vida dos cidadãos no país.

Daniel Kaufmann, co-autor do relatório e Director dos Programas Globais no Banco Mundial, afirmou que "o desenvolvimento da governação é essencial para a eficácia da ajuda e para o crescimento sustentado a longo prazo."

Kaufmann acrescentou que se calcula que o suborno em todo o mundo ascende a um milhão de biliões e o fardo da corrupção recai de forma desproporcional sob as pessoas que vivem na pobreza extrema.

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