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Novos planos contra mudanças climáticas | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Alguns dos maiores poluidores do mundo, que não assinaram o Protocolo de Kyoto da ONU, estão a revelar os seus próprios planos para lidar com as mudanças climáticas. O Primeiro Ministro australiano, John Howard, passou grande parte dos 11 anos no poder a subestimar os riscos do aquecimento global. Mas agora anunciou um esquema de troca de carbono para diminuir as emissões de gases prejudiciais à atmosfera. A Austrália está a enfrentar a pior seca dos últimos cem anos. Os abastecimentos de água a milhões de pessoas está ameaçado e a produção agrícola foi atingida. Independetemente disto ser causado pelo aquecimento global, o que é certo é que a mudança climática subiu em flecha na agenda política. O partido trabalhista da oposição prometeu diminuir as emissões de gases prejudiciais à atmosfera em cerca de 60% até 2050. E o partido tem uma forte vantagem nas sondagens de opinião que antecedem as eleições esperadas para o final deste ano. Horward tem sido criticado por não ter tomado medidas antes e por ter recusado assinar o Protocolo de Kyoto sobre a redução das emissões de gases tóxicos para a atmosfera. Cimeira do G8 A China, o segundo maior poluidor do mundo vai dentro em breve revelar pormenores do seu primeiro plano nacional de combate à mudança climática. Ambas as medidas seguem-se a um apelo de Bush para alcançar um acordo sobre as emissões dentro de um ano e meio. Nem os americanos nem os chineses nem os australianos assinaram o Protocolo de Kyoto, que estabelece objectivos para a limitação das emissões de carbono. Espera-se que a mudança climática domine a cimeira do G8 na Alemanha, onde a Chanceler alemã, Angela Merkel, apelou a um novo protocolo da ONU até 2012. "As iniciativas americanas são bemvindas desde que se empenhem num processo da ONU, que é urgentemente necessário depois de 2012, quando termina o Protocolo de Kyoto." Mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo podem enfrentar uma severa falta de água se a temperatura aumentar mais de dois graus centígrados nos próximos 50 anos. Um relatório publicado este domingo por um grupo de organizações de ajuda humanitária proeminentes revela também que mais de 250 milhões de pessoas podem também passar fome. As instituições incluem a Oxfam, a Christian Aid e os Friends of the Earth. Elas estão a apelar aos líderes, que se encontram esta semana na cimeira do G8 na Alemanha, a concordarem com medidas mais pesadas para limitar o aquecimento global. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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