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China defende papel em África | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, rejeitou críticas de que o seu país só está interessado em África devido aos seus vastos recursos naturais. Num encontro do Banco Africano de Desenvolvimento em Xangai – o primeiro a ocorrer num país asiático – o primeiro-ministro chinês disse que o seu país estava “sinceramente empenhado em contribuir para o desenvolvimento social e económico do continente africano.” Numa rejeição implícita de acusações de que o governo chinês só está interessado em extrair matérias-primas de África a preços reduzidos, o primeiro-ministro, Wen Jiabao, exortou a comunidade internacional a fazer mais por África. “Apelo à comunidade internacional, em particular os países do Ocidente, para que cumpra a sua promessa de prestar assistência aos países africanos, especialmente na redução ou cancelamento das dívidas.” Expandir os mercados No início de dois dias de trabalhos do Banco Africano de Desenvolvimento, Jiabao acrescentou que África precisa de recorrer a si própria para o desenvolvimento mas que o apoio internacional era indispensável.
O primeiro-ministro chinês apelou também para uma maior abertura dos mercados africanos ao investimento estrangeiro e à transferência de tecnologia. Para o ministro zambiano das Finanças, Ngandu Magande, que se encontra presente na sessão do Banco Africano de Desenvolvimento em Xangai, os países africanos devem aprender com a experiência da revitalização económica da China. “É extremamente importante que os africanos aprendam como é que a Ásia saiu da pobreza”, considerou. Balança comercial quadruplica A China, que construiu três mil quilómetros de caminhos-de-ferro entre a Zâmbia e a Tanzânia em 1968, importa um terço do seu petróleo de África e tem no continente mais de setecentas companhias no activo. As trocas comerciais entre o continente e a China quadruplicaram nos últimos seis anos para 28 mil milhões de dólares e Pequim perdoou 1,5 mil milhões de dólares a África e diz que vai voltar em breve a perdoar uma quantia semelhante. Recentemente, a China foi acusada de ter quebrado um embargo das Nações Unidas contra o fornecimento de armas para Darfur – O Sudão é um dos principais exportadores de petróleo para a China. Embora rejeite as acusações, O Governo de Wen Jiabao, nomeou um enviado especial a Darfur para “avaliar a situação”. | LINKS LOCAIS África quer investimento tecnológico chinês14 Maio, 2007 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não é responsável pleo conteúdo de sítios externos da internet | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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