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Economia chinesa continua a crescer | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As últimas estatísticas sugerem que a China está a crescer a um ritmo imparável, apesar dos esforços das autoridades para conter a taxa de crescimento económico. Só no primeiro trimestre deste ano aquele gigante asiático cresceu em média 11 por cento - uma das taxas mais altas do mundo e bem acima de qualquer outra das maiores economias mundiais. O primeiro ministro chinês Wen Jiabao já disse que o país necessita de colocar o travão na economia para evitar o sobreaquecimento da mesma, e tem continuado a introduzir medidas como o aumento das taxas de juro. Mesmo assim estas medidas não têm sido suficientes para trazer as taxas de crescimento abaixo dos 10 pontos percentuais. O crecimento chinês está a ser impulsionado pelos muitos investimentos feitos por aquele país e por colossais projectos de infraestruturas. É o caso dos países lusófonos de África, e em particular Angola, descrita hoje como o trampolim da China em África. Muitos são contudo os que receiam que esta situação de súbita expansão económica da China se torne insustentável a longo prazo. Entretanto, em Moçambique, mais de 500 políticos e homens de negócios participam desde hoje num encontro de empresários chineses e de países de língua portuguesa. Os objectivos são o estabelecimento de novas parcerias comerciais e a identificação de oportunidades de investimento. De referir que o volume de negócios entre o gigante asiático e os países de língua portuguesa cresceu quase de 50 por cento no ano transacto, ultrapassando a fasquia dos 34 mil milhões de dólares. Espera-se que as trocas comerciais venham mais uma vez a duplicar até ao final da década. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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