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Emigrantes sustentam economia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cabo Verde é o quinto país do mundo onde as remessas dos emigrantes têm maior relevância para a economia interna. Os dados são avançados por um estudo recente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, OCDE. Os emigrantes caboverdianos enviaram para o seu país no ano passado cerca de 90 milhões de euros, contribuindo assim com mais de 10% do Produto Interno Bruto deste arquipélago. Com uma população espalhada pelos quatro cantos do mundo, havendo mais cidadãos emigrados do que residentes no seu território, Cabo Verde recebeu no ano passado cerca de 90 milhões de euros como remessas dos seus emigrantes. Portugal, França, Estados Unidos e até Angola são alguns dos países de onde os emigrantes caboverdianos enviaram transferências financeiras para a terra-mãe. De acordo com as estatísticas e estudos, as remessas dos emigrantes têm representado cerca de 20 por cento da formação do Produto Interno Bruto. Recentemente, um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) concluiu que este arquipélago é o quinto país do mundo onde as remessas dos seus emigrantes têm maior relevância para a economia, contribuindo cada cidadão emigrado com cerca de 320 dólares para a formação da riqueza interna. Com cidadãos espalhados pelo mundo, rara é a família caboverdiana que não possui um parente emigrado. Além de remessas financeiras, os emigrantes têm por hábito enviar vários tipos de bens que acabam por aliviar o orçamento dos que ficaram. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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