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Moçambique institui fórum anti-corrupção | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Representados no Fórum Nacional Anti-corrupção estarão o governo, a assembleia da república, instituições religiosas, sociedade civil, sector privado e províncias. A instância consultiva foi lançada esta quarta-feira em Maputo, no âmbito dos esforços do governo moçambicano para combater a corrupção que afecta particularmente a função pública. Uma pesquisa recentemente encomendada pelo próprio governo a uma empresa de consultoria independente, revelou um quadro de corrupção endémica em sectores como a polícia, tribunais e alfândegas. Só os pobres e os fracos Vários inquiridos foram citados como tendo dito que em Moçambique 'só os pobres e os fracos não conseguem escapar à lei.' Cerca de 70% dos entrevistados disseram que a corrupção é um dos problemas mais sérios com que se confronta o país.
Foram constatações como estas que serviram de pilar ao lançamento, esta quarta-feira, do Fórum Nacional Anti-corrupção. O fórum é uma plataforma através da qual o governo pretende promover um diálogo entre diferentes sectores da sociedade. Esforço moçambicano Representados no Fórum Nacional Anti-corrupção estarão o governo, a assembleia da república, instituições religiosas, sociedade civil, sector privado e províncias. A apresentação esteve a cargo de Vitória Diogo, presidente da Autoridade Nacional da Função Pública. Para Vitória Diogo, não se trata apenas de mais um fórum. 'É importante porque foram os moçambicanos que se organizaram com as várias proveniências e disseram nós vamos criar esta plataforma que nós próprios vamos monitorizar, nós próprios vamos acompanhar, nós próprios vamos ser uma voz viva de combate à corrupção.' Diogo disse ainda que existe um plano e indicadores. 'No final de cada ano, os sectores têm de dizer a este fórum o que é que foi feito.' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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