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Europa acorda redução nas emissões de gases | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes europeus reunidos em cimeira em Bruxelas chegaram a acordo relativamente ao corte das emissões de dióxido de carbono em 20% dos níveis definidos em 1990 até ao ano 2020. No entanto, alcançar acordo sobre alvos obrigatórios para a utilização de energias renováveis como o vento e a energia solar tem sido mais difícil. A Chanceler alemã, Angela Merkel, cujo país detém a presidência rotativa da União Europeia afirma que a Europa deve demonstrar liderança na luta global contra as mudanças climáticas. Angela Merkel reforçou perante os delegados presentes na cimeira que a adopção de metas definidas iria demonstrar capacidade de liderança europeia numa questão de âmbito global assim como servir de inspiração para outros países de grandes dimensões como a China e a Índia no sentido de adoptarem medidas idênticas. O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, afirmou na cerimónia de abertura que as decisões tomadas pelos líderes europeus teriam enormes repercussões sobre as futuras gerações. Dirigindo-se aos representantes nacionais, Durão Barroso afirmou que a Europa deveria dar o salto em direcção a uma economia de baixo-carbono aproveitando o que designou como oportunidade apresentada por uma nova revolução industrial. Referindo-se às novas metas definidas, Durão Barroso descreveu-as como alvos ambiciosos mas realistas. Relativamente ao estabelecimento de um acordo sobre a utilização de energias renováveis, o principal obstáculo reside nos países mais pobres do antigo bloco comunista. Países como a Hungria, República Checa e Eslováquia afirmam que têm outras prioridades a cumprir; a França por exemplo também pretende incluir a energia nuclear dentro do futuro acordo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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