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Confrontos entre exército e rebeldes nigerianos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O exército nigeriano diz ter travado uma forte batalha, na região do Delta do Níger, com os rebeldes que raptaram 3 trabalhadores estrangeiros de uma companhia petrolífera. Fontes do exército nigeriano disseram que os confrontos tiveram lugar quando os rebeldes atacaram um batelão que navegava nas águas do Rio dos Escravos, nas imediações da cidade de Warri. Os rebeldes do Movimento para a Emancipação do Delta do Níger dizem ter sido os soldados nigerianos quem iniciou o ataque. A batalha começou por volta das cinco da tarde de quarta-feira na zona pantanosa de rio dos Escravos, na parte Ocidental do Delta do Níger. É nessa região que os rebeldes estarão a manter os 3 trabalhadores estrangeiros que raptaram em Fevereiro. Contradições Fontes militares dizem que navios patrulheiros da Marinha Nigeriana estavam a escoltar um batelão que descia o rio quando foram emboscados por homens fortemente armados que se faziam transportar em botes rápidos. Os rebeldes desmentem esta versão dos acontecimentos. Eles dizem que estavam a fazer uma patrulha regular nos arredores do seu quartel-general quando foram atacados pelo exército nigeriano.
As duas partes coincidem, no entanto, nas referências à intensidade dos confrontos que se seguiram. Os rebeldes dizem ter morto 13 soldados governamentais e o exército diz que as suas tropas mataram muitos rebeldes. Não houve qualquer confirmação independente destas alegações. Reféns Não há informação de quaisquer novos confrontos, mas a crescente tensão na área preocupará certamente os negociadores que estão a tentar conseguir a libertação dos 3 reféns estrangeiros. Tratam-se de dois norte-americanos e um britânico, na posse nos rebeldes desde meados de Fevereiro. Eles eram os últimos reféns, de um grupo de nove, que foram raptados durante uma série de ataques a instalações petrolíferas. Os outros 6 foram postos em liberdade na primeira semana de Março. Os rebeldes apresentaram uma longa lista de exigências. Em particular, eles querem uma promessa do governo nigeriano de que não retaliará assim que liberte os reféns. Exigem igualmente uma maior controlo local dos rendimentos da indústria petrolífera na sua região. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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