|
Lula vai discutir comércio global na visita a Londres | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente Luis Inácio Lula da Silva do Brasil inicia hoje uma visita oficial de três dias à Grã Bretanha, na qual deverá insistir na reforma das regras do comércio mundial. O líder brasileiro pretende que a Europa reduza os subsidios aos seus agricultores de forma a resolver o impasse actual nas conversações da Organização Mundial do Comércio. Lula da Silva que será homenegeado com um banquete ofecido pela Rainha Isabel II de Inglaterra, irá ainda manter conversações com o primeiro ministro Tony Blair, na próxima quinta-feira. Energias renováveis Entre os assuntos em agenda, estarão as suas exigências sobre reforma das regras do comércio mundial, no que diz respeito à redução dos subsídios agrícolas e à energia renovável. O ponto de maior destaque da visita é o acordo para a entrada do Brasil no projeto de fusão nuclear da União Europeia, baseado na Grã-Bretanha, de captação de energia através da água salgada. "Já falei muito no assunto com o primeiro-ministro Tony Blair. E acho que no domínio do etanol e do biodiesel, a Grã Bretanha pode fazer uma parceria importante com o Brazil", frisou Lula. Reformas Em entrevista à Rádio Nacional em Brasília, o Presidente Lula, acrescentou que outro dos objectivos do seu encontro com o Primeiro Ministro britânico Tony Blair, será a questão dos subsídios aos agricultores na União Europeia. "Precisamos de fazer com que a União Europeia, representando uma parte dos países ricos, flexibilize nas negociações para diminuir os subsídios agrícolas e favorecer assim os países mais pobres", disse Lula. Luís Inácio Lula da Silva e Tony Blair, vão discutir formas de avançar medidas para liberalizar o comércio mundial. Um dos principais desafios do presidente Lula durante sua visita a Londres,será também conquistar a confiança dos empresários britânicos na tentativa de atrair novos investimentos estrangeiros para o Brasil. Mas Lula estará igualmente debaixo do fogo do ecologistas britânicos que o acusam de não ter feito o suficente para proteger a floresta tropical, nomeadamente grandes partes da Amazónia. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||