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Sudão deverá recuar na candidatura a presidência da UA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Tem crescido a pressão sob o governo sudanês para que desista da sua candidatura à presidência da União Africana (UA). O tema dominou o primeiro dia da conferência da organização em Cartum, no Sudão. O conselheiro presidencial sudanês, Mustafa Osman Ismail, indicou que poderá haver um recuo por parte do seu governo, para "não criar divisões". Diversos países e grupos de defesa dos direitos humanos dizem que o Sudão não reúne as condições necessárias para chefiar a UA, devido à crise humanitária e violência na região de Darfur. Na África Oriental e no Norte de África várias nações apoiam a candidatura do presidente Sudanês Omar Hassan Al-Bashir, mas a dúvida paira sob o resto do continente, especialmente na África Austral e Ocidental. Cimeira da União Africana O presidente Omar Al-Bashir abriu a conferência dizendo que África se deveria impôr à comunidade internacional contra o que chamou interferência nos problemas internos do continente. Esta cimeira procurará também discutir matérias como a educação e cultura e os problemas da insegurança e subnutrição, mas até agora as atenções têm estado viradas para o desenrolar da questão da presidência. Até hoje, a tradição ditou que os anfitriões da conferência da UA assumem automaticamente a presidência da organização. Mas no caso do Sudão isto significaria que este país iria acumular a tarefa de manutenção da paz na região de Darfur. E é precisamente esta situação que muitas nações Africanas julgam não ser apropriada. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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