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Gbagbo defende adiamento de eleições | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Laurent Gbagbo decidiu não comparecer na cimeira da CEDEAO, que começa em Abuja, na Nigéria, Sexta-feira. O porta-voz presidencial não avançou quaisquer razões para a decisão do líder marfinense de estar ausente do encontro, em que iria ser debatido o processo de paz marfinense. Os rebeldes ainda controlam a maior parte da região norte da Costa do Marfim, três anos depois do início do conflito. Em Abril, foi assinado um acordo de paz, com a mediação da África do Sul, em que os dois lados prometeram entregar as armas. Rebeldes questionam mediação sul-africana Contudo têm sido feitos poucos progressos. As Nações Unidas acreditam que não estão reunidas as condições para que sejam realizadas eleições, previstas para 30 de Outubro. "É óbvio que as eleições não podem ocorrer já porque não houve desarmamento por parte dos rebeldes", disse Gbagbo que acrescentou: "Fui eleito de maneira legal e legítima e só vou abdicar do cargo quando outra pessoa for eleita nos moldes previstos na constituição." Um dos problemas que se colocam no processo de paz é a quebra de confiança face aos medidadores. As Novas forças rebeldes que tomaram o norte do país em 2002 recusam a mediação sul-africana. É possível que no encontro de Abuja, convocado pelo presidente Olusegun Obasanjo da Nigéria, seja pedido a Joanesburgo que se retire do papel de mediador ou que passe para segundo plano. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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