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Guiné-Bissau escolhe Presidente da República | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Na Guiné-Bissau treze candidatos concorrem este Domingo às eleições presidenciais para encontar um substituto para o presidente interino, Henrique Rosa. Dos treze candidatos há três que reunem maior favoritismo: Malam Bacai Sanhá, Nino Vieira e Kumba Yalá. Depois de uma campanha bastante animada mas ordeira, os guineenses participaram em elevados números no acto eleitoral. A votação decorreu sem problemas de maior, excluindo um problrme entre jornalistas e a segurança do candidato Kumba Yalá. O povo guineense tem esperança de poder escolher um líder que consiga trazer à Guiné-Bissau a estabilidade política e social necessária para o relançamento económico deste país, um dos mais pobres do mundo. As assembleias de voto abriram às 07h00, hora local, e encerram 10 horas mais tarde. Em todo o país funcionaram 5.000 assembleias de voto, estando 455 delas concentradas na capital Bissau. Comunidade internaional atenta O acto eleitoral está a ser seguido com interesse pela comunidade internacional, que enviou cerca de duas centenas de observadores. Há muitos apoios ao desenvolvimento da Guiné-Bissau cuja disponibilização depende do modo como decorrer todo este processo eleitoral.
Segundo o nosso correspondente em Bissau, Salvador Gomes, a presença deste monitores internacionais também contribui para tranquilizar os eleitores. Estas são as eleições mais disputadas de sempre na Guiné-Bissau, com os dois principais partidos a apresentar mais do que um candidato. As eleições mais disputadas de sempre O PAIGC, o partido do governo, tem em Malam Bacai Sanhá o seu candidato oficial, enquanto que Nino Vieira é candidato independente. Kumba Yalá é o candidato oficial do principal partido da oposição, o PRS. A vitória será atribuída ao candidato que obtiver mais de 50% dos sufrágios. Se ninguém conseguir mais de 50%, os dois candidatos mais votados irão disputar uma segunda volta. Diz o nosso correspondente que esta eleição e a tomada de posse de um novo presidente irão encerrar um período transitório que teve início em Setembro de 2003 com o derrube de Kumba Yalá. A Comissão Nacional de Eleições deverá divulgar os resultados no espaço de sete a dez dias. |
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