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S.Tomé e a 'guerra' do petróleo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O MLSTP-PSD, partido no poder, acusou acusou o presidente santomense de estar a pôr em causa os interesses do povo do arquipélago. O partido diz que isso se deve à forma como Fradique de Menezes está a conduzir o processo de exploração conjunta de petróleo com a Irregularidades Em conferência de imprensa dada na sede do partido, no Riboque, e que surgiu na sequência das últimas notícias que davam conta de alegadas irregularidades detectadas na adjudicação dos blocos petroliferos (bloco nº2), o MLSTP-PSD considera que a atitude do PR de chamar a si competências que não tem no quadro constitucional, não é inocente e não tem nada a ver com a alegada defesa dos interesses das populações. Para o Partido de Guilherme Posser da Costa, a atitude de Fradique de O porta-voz dos sociais-democratas, Carlos Tiny, acusou o presidente de santomense de ter violado a lei, quando nomeou para cargos de responsabilidade, na área dos petróleos, pessoas que são ao Recurso à Internet Como exemplo, foram apresentados documentos extraídos da Internet, fazendo alusão a um "Melo de Menezes", supostamente Fradique de Menezes, como sendo um accionista da empresa petrolífera ERHC. O maior partido santomense considera também que em todo este processo tem havido pouca transparência e favorecimentos de empresas. Carlos Tiny disse que o MLSTP-PSD instava o Procurador-Geral da República, as autoridades e o governo para esclarecerem quem são os sócios da citada empresa. Interpretações As recentes declarações do PR, segundo as quais, São Tomé e Príncipe, com apenas 10%, não tem voz e que está amarrado aos tratados assinados com a Nigéria, também mereceram uma dura reacção do MLSTP que considera que o chefe de Estado santomense está a agir de má fé ou que está a interpretar mal o tratado com as autoridades nigerianas. Segundo Carlos Tiny, citando o tratado, todas as decisões do Conselho Ministerial Conjunto são tratadas por concenso. As acusações do partido no poder que já foram desmentidas pelo gabinete do PR, em nota de imprensa lida esta segunda-feira pelo assessor jurídico, Ângelo Bonfim. Demissão Recorde-se que Fradique de Menezes, no calor desta polémica em torno do Uma demissão, por decreto, que parece não ter incomodado Patrice Trovoada -que a considerou de "normal". A demissão pode ter sido uma consequência das declarações do demissionário após o encontro tido 24 horas antes com a Comissão para questões de Petróleo da Assembleia Nacional. No fim da reunião, Patrice Trovoada teria admitido a existência de "erros" no complexo processo do petróleo em São Tomé e Príncipe. |
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