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Bush condena dominação soviética | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George Bush, disse que os Estados Unidos nunca esquecerão o sofrimento dos países Bálticos durante a ocupação soviética, mas apelou à reconciliação. Bush falava perante os presidentes da Lituânia, Letónia e Estónia, num encontro em Riga, marcando o início da sua viagem para assinalar os 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa. Os três países têm vindo a exigir um pedido de desculpas formais da Rússia, na sua qualidade de ex- União Soviética, pela sua anexação após a Segunda Guerra Mundial. O governo russo protestou contra a visita de Bush aos Países Bálticos antes da sua ida a Moscovo para participar nas comemorações. O mal estar entre a Rússia e as três ex-repúblicas soviéticas aumentou esta semana, quando Putin disse que não precisava de se desculpar pela ocupação soviética porque isso já havia sido feito. Putin citou uma resolução de 1989, ainda na era da URSS, criticando o pacto feito em 1939 entre soviéticos e nazis que levou à ocupação da região. Moscovo alega ainda que foi a principal força que trouxe a liberdade à Europa, libertando o continente do domínio nazi a um alto custo: a vida de 30 milhões de soviéticos. Bush Bush reuniu-se com os presidente da Letónia, Vaira Vike-Freiberga, da Estónia Arnold Ruutel e da Lituânia, Valdas Adamkus na capital da Letónia, Riga. No seu discurso, abordou uma variedade de assuntos, antes de partir para a Holanda. "Aprendemos que mesmo depois de uma longa espera na escuridão e tirania, a liberdade pode chegar de repente como o nascer do dia. " Bush sublinhou também que a" soberania e o governo de maioria são apenas o começo da liberdade" Ele disse que os três Países Bálticos, como novos membros da Nato, a aliança militar ocidental, têm uma garantia de segurança dos Estados Unidos e dos seus aliados. O presidente americano vai também à Geórgia, naquela que será a mais importante visita de um chefe de Estado ao país desde que o presidente Mikhail Saakashvilli assumiu o poder, na transição que ficou conhecida como Revolução das Rosas. |
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