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G7 oferecem mais alívio da dívida aos países pobres | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em Washington ministros das Finanças do G7, grupo dos sete países mais industrializados, reuniram-se para debater várias questões. Da agenda fizeram parte temas como o custo da energia, o crescimento económico a nível global e o alívio da dívida para os países mais pobres. Há dois meses os ministros concordaram em princípio com a atribuição de medidas de alívio da dívida a algumas das nações mais pobres do mundo. No entanto, não houve acordo relativamente à forma como o alívio da dívida seria financiado. Medidas vigorosas Numa declaração lida após o encontro, os ministros das finanças afirmam agora estar preparados para tomar medidas descritas como "vigorosas" no sentido de corrigirem os desiquilíbrios económicos existentes a nível mundial. Os ministros afirmaram ainda que o alívio seria atribuído caso a caso. Alguns países poderão obter um perdão total das dívidas para com o Banco Mundial e o Banco de Desenvolvimento Africano. Crescimento global A agência Reuters adianta que para além do alívio da dívida dos países mais pobres, os ministros discutiram ainda formas de incentivar o crescimento económico a nível global. Entre estas acções contam-se medidas de consolidação fiscal nos Estados Unidos, mais reformas estruturais na Europa e assim como no Japão. Entre estas contam-se o controlo do défice comercial norte-americano assim como o levantamento dos entraves colocados ao nível dos postos de trabalho na Europa e no Japão. Preço da energia Outra questão importante abordada pelos ministros do G7 foi o crescimento a nível global. O encontro do G7 tem lugar sob um pano de fundo de receios relativamente ao abrandamento da economia norte-americana devido ao elevado custo da energia. O exemplo mais notório diz respeito ao alto custo do petróleo registado nas bolsas mundiais. s ministros reconheceram que isto pode colocar um entrave ao crescimento global não tendo contudo hesitado em descrever as actuais condições como "robustas", antevendo ainda um crescimento sólido para este ano. |
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