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Última actualização: 18 Janeiro, 2005 - Publicado em 01:40 GMT
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Plano de Luta contra pobreza
Pobreza na Àsia
Pobreza na Àsia
O Secretário Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, saudou o novo plano de redução da pobreza no mundo em metade, nos próximos 10 anos, como um objectivo possível.

O relatório, chamado de Investir no Desenvolvimento, propóe medidas para atingir as metas fixadas no plano de desenvolvimento do milénio, aprovadas pelas Nações Unidas e a comunidade internacional, como forma de reduzir a pobreza, fome e doenças, até 2 mil e 15.

O relatório, de acordo com Susannah Price, correspondente da BBC nas Nações Unidas, é um plano ambicioso para resolver o crônico problema da pobreza, fome e doenças, nos países mais pobres do mundo.

Objectivos possíveis

O relatório diz que ainda há tempo para alcançar os objectivos de desenvolvimento do milénio, que incluem reduzir em metade a pobreza, dar educação de base e lidar com as crises da SIDA e malária-paludismo.

Em caso de sucesso, isso significaria que cerca de 500 milhões de pessoas seriam beneficiadas, ao mesmo tempo que salvaria as vidas de 30 milhões de crianças.

O relatório foi encomendado pela ONU, cujo Secretário Geral, disse ter ficado contente com as conclusões.

Para Kofi Annan, este resultado é um grande sucesso intelectual, um trabalho complete, que oferece um grande número de propostas práticas e concretas, para se conseguir atingir os objectivos do milénio, até ao ano de 2 mil e 15.

Propostas baratas

As propostas mais imediatas para os países em desenvolvimento, incluem o fornecimento de fertilizantes para os camponeses pobres e tendas contra os mosquitos, para todas as crianças nas zonas atingidas pela malária-paludismo.

O principal autor do relatório, Jeffrey Sachs, diz que todos os meses, 150 mil crianças morrem em Àfrica, como resultado do paludismo, que descreve como um tsunami silencioso.

Segundo ele, o actual sistema não funciona, mas que não se estava a pedir por mais ajuda humanitária.

Em vez disso, ele apela às nações mais ricas, para cumprirem com as suas promessas de gastar zero vírgula 7 porcento do seu produto nacional bruto, em ajuda ao desenvolvimento, um nível que apenas é atingido, por 5 governos.

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