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Líderes mundiais avaliam impacto da globalização | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais de 50 líderes mundiais participaram numa conferência de alto nível nas Nações Unidas em Nova Iorque com enfoque no impacto da globalização. O encontro teve lugar antes do debate anual da Assembleia Geral, que teve início esta terça-feira. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, disse no encontro que a pior arma de destruição maciça era a pobreza. O objectivo da conferência é o financiamento da campanha global contra a pobreza. Na véspera do início da do debate da Assembleia Geral, os líderes mundiais viraram as suas atenções para o impacto da globalização sobre os pobres. O encontro centrou-se num relatório por uma comissão da ONU que dizia que os desiquilíbrios globais eram moralmente inaceitáveis e politicamente insustentáveis. Emprego O relatório fez uma série de recomendações para a obtenção de verbas para combater a pobreza.
O secretário-geral da ONU disse na reunião que demasiadas pessoas se sentiam excluídas e ameaçadas pela globalização e que o melhor programa anti-pobreza era o emprego. "A globalziação é um produto da acção humana, não uma força da natureza", disse Kofi Anan. "Como este relatório nos recorda, está no âmbito das nossas possbilidades geri-lo muito melhor do que o fazemos e nós devemos isso aos outros seres humanos", acrescentou Kofi Annan. A reunião ouviu também a mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente francês Jacques Chirac que anunciaram que tinham decido propor novas abordagens para financiar o alívio da pobreza. Desigualdades O presidente brasileiro avançou com várias ideias para ajudar a angariar dinheiro para os pobres. "O relatório da Comissão Mundial sobre a dimensão social da globalização surgiu no momento oportuno. Ele demonstra com dados eloquentes que a globalização aumentou o fosso entre ricos e pobres, alargou assimetrias e aprofundou desiguldades", disse Lula da Silva. Na Cimeira do Milénio 2000, os membros da ONU prometeram reduzir para metade o númerod e pessoas que vivem em pobreza extrema nos próximos 15 anos, no entanto funcionários advertem que esse objectivo é pouco provável que seja atingido. Este encontro prepara o caminho para a cimeira do próximo ano que avaliará o progresso na obtenção de tais objectivos relativamente à pobreza, saúde e lietracia. |
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