'Estado Islâmico' destrói sítio arqueológico no Iraque
Integrantes do grupo autodenominado "Estado Islâmico" (EI) causaram indignação ao destruir parte da cidade histórica de Nimrud, antiga capital do império assírio fundada no século 13 a.C. onde hoje está o norte do Iraque.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, considerou a destruição um crime de guerra, disse seu porta-voz.
Há uma semana, militantes divulgaram um vídeo em que destruíam artefatos em um museu em Mossul, também no Iraque.
O grupo extremista islâmico acredita segue uma vertente radical da sharia (lei islãmica) segundo a qual estátuas são usadas para idolatrar falsos deuses.
Ao mesmo tempo, o "EI" pôs à venda alguns artefatos no mercado negro, transformando antiguidades em uma importante fonte de renda para o grupo.