Fotos e quadros pintam a 'cara' da revolução do México

Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traça o desenvolvimento da arte e da política no México de 1910 a 1940.

Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traça o desenvolvimento da arte e da política do início da revolução do México em 1910 até as eleições presidenciais de 1940
Legenda da foto, Uma nova exposição na Royal Academy, em Londres, traça a explosão de criatividade artística que acompanhou um dos períodos mais turbulentos na história do México, que começou com a revolução de 1910 e culminou nas eleições presidenciais de 1940. (Crédito: Hugo Brehme)
Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traça o desenvolvimento da arte e da política do início da revolução do México em 1910 até as eleições presidenciais de 1940
Legenda da foto, De 1910 a 1920, o México mergulhou em uma série de guerras. Figuras icônicas como Pancho Villa (retratado em um cartão-postal), que liderou a luta armada no norte do país, e Emiliano Zapata, que comandou a ofensiva no sul, ascenderam a posições de poder. Villa e Zapata, assim como muitos outros de seus correligionários, foram mortos violentamente (Crédito: fotógrafo não conhecido).
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Legenda da foto, Durante a década de 20, um governo de cunho liberal tomou o poder e instituiu um programa de arte pública que deu o pontapé inicial ao movimento muralista mexicano. Artistas como Roberto Montenegro (acima, o quadro 'Mujeres Mayas') foram os primeiros a caracterizar a recém-nascida vertente artística, antes de se tornar fortemente política. (Crédito: Mujeres Mayas/Roberto Montenegro)
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Legenda da foto, Artistas estabelecidos como Diego Rivera (acima, o quadro 'Baile en Tehuantepec'), que fez nome na Europa, retornaram ao México para participar da iniciativa do governo, gerando um renascimento cultural da produção artística do país. (Crédito: Baile en Tehuantepec/Diego Rivera)
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Legenda da foto, Artistas estrangeiros e escritores também viajaram ao México, que viam como um país intocado. O pintor britânico Edward Burra (acima, o quadro 'El Paseo') visitou o país em 1937, mas não conseguiu se adaptar ao clima e à dieta, fugindo logo em seguida para os Estados Unidos com o intuito de se recuperar de um ataque de diarreia. Durante sua temporada mexicana, ele pintou sua casa em Rye, no sul de Londres. (Crédito: El Paseo/Edward Burra)
Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traçam o desenvolvimento da arte e da política do início da revolução do Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traça o desenvolvimento da arte e da política do início da revolução do México em 1910 até as eleições presidenciais de 1940
Legenda da foto, Em 1940, o México escolheu um novo presidente e sua cultura foi celebrada com a exposição 'Vinte Séculos de Arte Mexicana' em Nova York. As obras de Rivera foram expostas junto com as de José Chávez Morado (acima, o quadro 'Carnaval en Huejotzingo') no que ficou conhecido como um símbolo do renascimento artístico do país.
Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traça o desenvolvimento da arte e da política do início da revolução do México em 1910 até as eleições presidenciais de 1940
Legenda da foto, A exposição na Royal Academy, que conta com 120 pinturas, fotografias e gravuras, vai até o dia 9 de setembro.
Nova mostra da Royal Academy, em Londres, traça o desenvolvimento da arte e da política do início da revolução do México em 1910 até as eleições presidenciais de 1940.
Legenda da foto, A imagem que encerra essa galeria é o menor quadro produzido por talvez a mais famosa de todos os artistas mexicanos desse período, Frida Kahlo. A obra, intitulada 'Autorretrato', foi concebida para ser um amuleto.