O Banco Central reduziu sua projeção para o crescimento do país neste ano de 2,5% para 1,6%, em meio às dificuldades de retomada da atividade econômica.
A nova previsão está em linha com a estimativa do mercado, que prevê expansão de 1,57%.
Já o Ministério da Fazenda permanece mais otimista e projeta um crescimento de 2% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
A estimativa do BC para a inflação oficial (medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA) também foi alterada, de 4,7% para 5,2%, ainda mais distante do centro da meta, de 4,5%.
Para isso, a autoridade monetária considerou que a taxa básica de juros, a Selic, e o câmbio, permaneçam estáveis, a 7,5% ao ano e a R$ 2,05, respectivamente.
Em 2013, a inflação deve fechar o ano em 4,9%, ante projeção anterior de 5%, no primeiro cenário estimado pelo BC.
Considerando o segundo cenário, a autoridada monetária prevê inflação de 4,8% no fechamento do ano que vem.