
Vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, deposita coroa de flores na Vila Olímpica de Munique (AFP/Getty)
Autoridades da Alemanha e familiares das vítimas participam nesta quarta-feira de cerimônias para marcar os 40 anos das mortes de 11 atletas e técnicos israelenses durante as Olimpíadas de Munique.
Ministros alemães, viúvas dos atletas e técnicos mortos e o vice-primeiro-ministro israelense, Silvan Shalom, depositaram coroas de flores na vila olímpica de Munique e também vão se reunir para uma cerimônia no aeroporo da cidade.
No dia 5 de setembro de 1972, oito atiradores palestinos invadiram o alojamento dos atletas israelenses na vila olímpica de Munique, matando dois deles na hora da invasão e mantendo nove atletas e técnicos como reféns.
Eles exigiam que o governo isralense libertasse de mais de 200 prisioneiros palestinos. Os reféns foram levados pelos palestinos da vila olímpica para um aeroporto da cidade, onde as forças de segurança da então Alemanha Ocidental tentaram um resgate.
Mas, durante esta tentativa, os atiradores palestinos mataram os nove reféns. Cinco atiradores foram mortos e um policial alemão também morreu.