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Bush reduz tempo de serviço de soldados dos EUA no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou nesta quinta-feira que o período de permanência de cada soldado americano destacado para atuar no Iraque passará a ser reduzido dos atuais 15 meses para um ano a partir desta sexta-feira. Segundo Bush, essa redução é possível graças à melhoria nas condições de segurança no Iraque e irá "aliviar o fardo sobre as nossas forças" e "tornar a vida mais fácil" para as famílias dos militares. Em entrevista a jornalistas na Casa Branca, o presidente disse que a violência no Iraque caiu a seu nível mais baixo desde a primavera (no Hemisfério Norte) de 2004 e que "os extremistas que aterrorizavam os cidadãos foram expulsos de seus redutos". Bush afirmou que há um "grau de durabilidade" nos ganhos obtidos pelas forças americanas e iraquianas graças à escalada da presença militar americana no país asiático e à "crescente capacidade das forças iraquianas". No entanto, o presidente lembrou que o general David Petraeus, comandante militar americano no Iraque, e o embaixador americano no país, Ryan Crocker, já alertaram que “o progresso ainda é reversível". Acordo O presidente americano elogiou o governo do Iraque pelo avanço nos preparativos para as eleições provinciais e disse que as tropas iraquianas vão continuar a assumir a liderança em mais operações militares no país. Ele afirmou também que os Estados Unidos e o governo iraquiano estão progredindo nas negociações para um acordo que dê base legal para a permanência das tropas americanas no Iraque quando o mandato da Organização das Nações Unidas (ONU) expirar, no final deste ano. O clérigo xiita Moqtada al-Sadr voltou a pedir ao governo iraquiano que não assine o novo acordo de segurança com os Estados Unidos. As declarações de Bush foram feitas no momento em que cerca de 50 mil membros das forças de segurança iraquiana realizam uma grande operação contra militantes sunitas supostamente ligados à rede extremista Al-Qaeda na Província de Diyala, a nordeste de Bagdá. |
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