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Conflito marca uma geração de crianças no Iraque, diz Unicef | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A vida de uma geração inteira de crianças iraquianas será definida por conflito, adertiu nesta terça-feira o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). "Uma criança que completa 18 anos no Iraque neste ano viveu quase duas décadas de sanções, conflito e insegurança", disse Sigrid Kaag, Diretora Regional da Unicef para Oriente Médio e Norte da África. "Para preservar a geração jovem que está crescendo hoje, nós precisamos defender as crianças da violência, melhorar o acesso à ajuda humanitária e direcionar mais recursos para crianças com necessidades especiais", acrescentou. As crianças enfrentam problemas de acesso à educação e a necessidades básicas como água limpa e cuidados com a saúde, de acordo com a Unicef. "Nós temos motivo para acreditar que apenas 53% (das crianças iraquianas) estão efetivamente matriculadas numa escola", disse Kaag. "Matrícula indica que se chega à escola, mas se a educação é completada é uma outra questão. Este é um índice muito baixo e é uma queda acentuada em relação aos 80% que vimos dois anos antes". Na avaliação da Unicef, apenas 40% das crianças iraquianas têm água limpa e, em algumas partes do país, os índices de imunização são inferiores a 50%, o que causou uma epidemia de sarampo em meados deste ano. A Unicef quer novo ímpeto para dar assistência a crianças vulneráveis e tem planos para expandir suas operações para ajudar mais 360 mil menores. |
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