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Equador prende suspeitos de armar atentado contra presidente | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia do Equador prendeu na noite de quinta-feira três colombianos e um equatoriano acusados de planejar um atentado contra o presidente Rafael Correa. De acordo com o procurador-geral do Equador, Washington Pesantes, os homens teriam chegado ao país vindo de Bogotá e estavam hospedados em um hotel próximo ao Palácio Presidencial Carondelet. “Ainda não sabemos os detalhes do plano, só sabemos que os estrangeiros tinham a missão de matar o presidente”, disse Pesantes. Segundo o jornal equatoriano Diário Expresso, a polícia encontrou junto com os suspeitos fotografias de vários ângulos do palácio e mapas de algumas ruas próximas que serviriam como possíveis rotas de fuga. Ainda segundo o jornal, foram apreendidos documentos com evidências de que um plano semelhante poderia estar sendo executado na Venezuela. Correa, aliado do presidente venezuelano Hugo Chávez, foi informado sobre o plano, mas disse acreditar que os homens pretendiam na verdade “extorquir dinheiro das autoridades”. “São pistas que estamos investigando há algum tempo, mas há fortes evidências de que os suspeitos sejam apenas pilantras”, disse o presidente à TV local. Tensão diplomática Ainda são grandes as tensões entre a Colômbia e o Equador desde que o exército colombiano atacou um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em março, no Equador. A violação do território vizinho causou uma das piores crises diplomáticas na história recente da América Latina. A missão terminou com a morte de um dos comandantes das Farc, Raul Reyes e de outros 24 guerrilheiros. Logo após a ação, Equador e Venezuela enviaram tropas para suas fronteiras com a Colômbia, que só foram retiradas após uma reunião que selou o entendimento entre os líderes dos três países. |
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