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Atualizado às: 06 de junho, 2008 - 10h36 GMT (07h36 Brasília)
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Novo teste identifica propensão genética a dormir tarde
Mulher dormindo
O hábito vespertino ou matutino seria identificado pelo exame
Cientistas da Universidade de Swansea, no País de Gales, desenvolveram um exame genético que, segundo eles, é capaz de identificar o padrão de sono de uma pessoa apenas com uma raspagem da bochecha.

O teste, apresentado na quinta-feira durante um festival de ciências em Cheltenham, na Inglaterra, pode ajudar estudos sobre transtornos do Déficit de Atenção e de Hiperatividade e monitorar a eficácia de tratamentos quimioterapia.

De acordo com os pesquisadores, o ciclo natural do sono, conhecido como ritmo circadiano, é controlado por diversos genes, responsáveis pela produção de ácidos ribonucléicos (RNA).

Os níveis de ácidos ribonucléicos produzidos por esses genes indicam o quão ativo eles estão em horas diferentes do dia.

O teste apresentado se concentra no gene REV-ERB, que seria o responsável pelo estado de vigília do corpo humano e que tem seu pico de produção de RNA às 16h.

Ao analisar o horário do pico de atividade do gene REV-ERB em cada pessoa, seria possível identificar o seu cronotipo, ou seja, se uma pessoa é mais propensa a acordar cedo ou a varar a noite.

"Se o pico de atividade do REV-ERB é antes das 16h, isso indicaria que a pessoa tem tendência a acordar cedo, já se o pico acontece depois das 17h, isso seria uma indicação de hábitos mais noturnos", explica Sarah Forbes-Robertson, da equipe de cientistas.

Técnica

Forbes-Robertson afirma que a novidade oferecida pelo exame é a técnica menos invasiva, já que apenas uma raspagem do interior da bochecha é capaz de oferecer os dados necessários para a análise do cronotipo da pessoa.

Anteriormente, diz a pesquisadora, era necessário coletar sangue dos pacientes a cada quatro horas durante um período de 24 horas.

Por essa razão, a cientista ressalta que técnica pouco invasiva pode abrir novos caminhos para a pesquisa sobre a atividade dos genes e aumentar o número de estudos.

Segundo ela, outra utilidade para o exame seria avaliar a eficácia de remédios usados para combater o jet lag em alterar a atividade dos genes que controlam o relógio biológico.

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