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Atualizado às: 05 de junho, 2008 - 08h55 GMT (05h55 Brasília)
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Martina Navratilova retorna às quadras como 'artista'; veja
Tela de Martina Navratilova
Esta tela foi inspirada pelo torneio de Roland Garros
A tenista Martina Navratilova, que venceu o torneio de Wimbledon nove vezes, voltou às quadras em um novo papel, depois de ter anunciado sua aposentadoria do esporte em 2006: o de artista plástica.

Navratilova, de 51 anos, lançou sua nova carreira abraçando um projeto idealizado pelo artista plástico eslovaco Juraj Kralik, que retrata as marcas deixadas em uma quadra após uma partida de tênis.

"Fui abordada por Kralic em 2000", conta a tenista. "Não imaginava como ele ia funcionar, mas o entusiasmo de Juro (Kralic) me convenceu."

No processo, que ela chama de tennising, Kralic imagina as telas em que Navratilova dá raquetadas em bolas de tênis sujas de tinta. Kralic decide os ângulos e locais da tela a serem acertados pela mira da tenista.

A exposição Art Grand Slam já passou pela Austrália, Nova Orleans e atualmente está em Roland Garros, na França, onde coincide com o Aberto de Tênis. No mês que vem, ela chega a Londres, primeiro na vila esportiva de Wimbledon, e depois na galeria Smithfields, onde permanecerá até o dia 12 de julho.

A atleta e o pintor iniciaram o projeto há oito anos na República Tcheca e ela conta que, depois do resultado inicial, decidiu que valeria a pena percorrer, com o projeto, o Grand Slam, cobrindo os quatro principais torneios internacionais de tênis - o Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e o Aberto dos Estados Unidos.

A dupla já têm 300 trabalhos inspirados em quadras por todo o mundo. Kralic diz que teve a idéia do projeto porque sempre foi fascinado pelas marcas que as bolas de tênis e solas de sapatos deixam nas quadras de saibro.

“Minha idéia original era capturar esse momento em telas. Estava procurando um jogador de tênis genial e para mim, Martina é a gênio número um”.

Os quadros podem custar até US$ 126 mil, mas também há camisetas com reproduções, para os menos endinheirados. A renda arrecadada com a venda de telas na exposição de Nova Orleans foi usada para reformar quadras públicas na cidade.

Se as exposições tiverem sucesso e atraírem a atenção do público, Navratilova espera criar um franchise, em que, segundo ela, combinaria “arte, negócios e caridade”.

Obra de Martina Navratilova e do artista plástico eslovaco Juraj Kralik Quadra e tela
Navratilova inicia carreira artística.
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