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Brasileira é assassinada a golpes de pá em Portugal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A brasileira Roseane Aparecida de Freitas, de 27 anos, foi assassinada a golpes de pá na noite de 28 para 29 de abril na cidade de Tocha, cerca de 200 quilômetros ao norte de Lisboa. O português Carlos Costa, de 50 anos, que vivia com a vítima, é o principal suspeito e encontra-se em prisão preventiva desde que confessou o crime à polícia. O crime foi cometido por volta da meia-noite de segunda. Segundo Artur Ramalho, comandante do posto da Guarda Nacional Republicana da Tocha, na madrugada da terça Carlos Costa dirigiu-se à delegacia e disse: “Seu guarda, o senhor tem que me prender porque eu acabei de matar a minha companheira”. Ramalho contou à BBC Brasil que depois da confissão não interrogou Carlos a respeito do que aconteceu: “Não podemos fazer perguntas, porque ele tem os seus direitos e pode falar algo que o poderia incriminar. Ele foi apresentado na terça-feira ao tribunal e ficou em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Coimbra”. Carlos e Roseane viviam juntos há três meses, inicialmente na localidade de Arazede. Há uma semana, mudaram para um apartamento na Tocha, onde ela trabalhava num café. Há cerca de um mês, ela foi à Junta de Freguesia de Arazede pedir um certificado de que morava na localidade para dar entrada no processo para conseguir a autorização de residência, o que legalizaria a sua situação no país. Antes de trabalhar no café, Roseane trabalhou como empregada doméstica na mesma região. A jovem, natural de Pereira Barreto (no interior do Estado de São Paulo, a 800 quilômetros da capital) tinha uma filha de dois anos, que está no Brasil aos cuidados da avó, segundo o jornal português Correio da Manhã. Seu irmão, Rodrigo, mora em Portugal, trabalhando na construção civil na mesma região onde ela vivia. O consulado brasileiro no Porto entrou em contato com a polícia brasileira, que já avisou a família da jovem assassinada. |
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