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Atualizado às: 25 de março, 2008 - 09h16 GMT (06h16 Brasília)
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China muda sanitários olímpicos para agradar estrangeiros

Privada (arquivo)
Os ocidentais preferem as privadas nas quais se pode sentar
A China está correndo contra o tempo para trocar os vasos sanitários dos novos prédios construídos para os Jogos Olímpicos antes da chegada dos cerca de 500 mil turistas estrangeiros que virão a Pequim para o evento esportivo.

A maioria das privadas recém-instaladas precisa ser trocada porque não agrada os visitantes internacionais.

Na China, é comum o modelo de vaso que é de “agachar” e não de “sentar”. As louças sanitárias tradicionalmente usadas pelos chineses são uma espécie de moldura no chão com um buraco, por onde escoam os dejetos.

Os organizadores dos jogos decidiram reformar os banheiros recém-construídos depois de receber diversas queixas de visitantes que participaram de eventos teste nos prédios que abrigarão as Olimpíadas.

“Muitas partes levantaram a questão dos toaletes... nós pedimos que os estádios façam melhorias neste sentido”, afirmou Yao Hui, vice-diretor da administração de estádios.

Yao contou que a maior parte das reformas já está em andamento, mas ainda não há uma data específica para a conclusão das obras.

'Ninho de Pássaro'

O vice-gerente geral do estádio nacional, o “Ninho de Pássaro”, Henry Zhang, confirmou à BBC Brasil que os banheiros novos estão sendo refeitos.

Segundo Zhang, no “Ninho de Pássaro” há 1,5 mil vasos sanitários dos quais 700 eram de originalmente de “agachar” e 800 eram de “sentar”.

Agora com as reformas, os sanitários ao estilo ocidental passarão a ser maioria. Haverá 1,2 mil vasos de “sentar” contra 300 de “agachar”.

“A maior parte dos chineses está acostumada a usar a privada de agachar, mas atualmente mais e mais pessoas pedem vasos com assento”, disse Yao.

Além do “Ninho de Pássaro”, outros locais como o “Cubo de Água” e o Estádio Nacional Coberto também deverão ter a configuração dos banheiros alterada para agradar ao gosto ocidental.

Estima-se que a China tenha gastando pelo menos US$ 40 bilhões (R$ 69 bilhões) na construção dos 37 novos prédios que abrigarão os jogos Olímpicos. Ao todo, 31 dessas obras estão localizadas na capital Pequim.

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