|
Maradona entra na Justiça para recuperar peças de museu | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-jogador argentino Diego Maradona entrou com uma ação na Justiça argentina para tentar recuperar 600 peças do museu itinerante M10, que reúne objetos que fizeram parte de sua trajetória no futebol, publicou nesta terça-feira o jornal El Cronista de Buenos Aires. Entre as peças do museu de Maradona estariam uma camiseta que ele usou no time infantil "Los Cebollitas", onde começou a carreira, troféus, a bermuda que Maradona acusa o empresário Ernesto Texo de apropriar-se dos objetos cedidos pelo jogador ao museu, criado há cerca de cinco anos pela empresa de Texo e a Diegui, coordenada por Guillermo Coppola, ex-representante do jogador. No texto da apelação, segundo o jornal, o empresário é denunciado por “retenção indevida” e “abuso de confiança”, acusações que poderiam levar a até seis anos de prisão. O jornal ressalta que a medida foi tomada porque o empresário não teria respondido às cartas de intimação judicial para que devolva os pertences ao ex-jogador. Dinheiro Além da propriedade dos objetos, Maradona também não teria recebido o dinheiro prometido pela exposição de seus bens no museu, que percorreu países como México, Alemanha, Itália e várias províncias argentinas. Apesar disso, o advogado de Maradona, Guillermo Cardinalli, afirmou que o ex-craque não estaria reclamando pelo dinheiro não pago e sim pela recuperação dos seus objetos históricos. Maradona já havia tido problemas com seu ex-representante, Guillermo Coppola, responsável pela empresa Diegui, e a quem o ex-craque acusou de não pagar o que lhe correspondia. “Ele tirou o dinheiro das minhas filhas”, chegou a afirmar na ocasião. Atitude política Na Argentina, Maradona tem sido notícia, recentemente, por suas declarações políticas. Há cerca de quinze dias, ele disse que queria conhecer o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o que gerou reclamações públicas da comunidade judaica em Buenos Aires. “Já conheci (Hugo) Chávez e Fidel (Castro). Agora, só falta eu conhecer seu presidente”, teria dito Maradona ao principal representante do Irã em Buenos Aires, Mhsen Baharvand, como publicou a imprensa argentina. Em resposta à controvérsia gerada pelas declarações, a ex-mulher de Maradona, Claudia Villafañe, disse que o ex-craque afirmou: “Não me meto em política e em religião, respeito todo mundo”. As declarações do ex-jogador foram reproduzidas pela Agência de Imprensa Judaica (APJ, na sigla em espanhol), da capital argentina. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Messi desbanca Ronaldinho em venda de camisas, diz jornal22 novembro, 2007 | BBC Report Brasil apóia futebol em altitude elevada na Bolívia17 dezembro, 2007 | BBC Report Medalhas vão lembrar os 1.283 gols de Pelé; assista19 dezembro, 2007 | BBC Report Jogador escocês morre após desmaiar em campo29 dezembro, 2007 | BBC Report China oferece 'aulas de torcida' para Olimpíadas de Pequim01 janeiro, 2008 | BBC Report Estudo quantifica vantagem da altitude no futebol02 janeiro, 2008 | BBC Report GP Brasil 'foi 2º evento esportivo mais visto em 2007'07 janeiro, 2008 | BBC Report Mexicanos se casam na 'Igreja Maradoniana' em Buenos Aires; assista30 outubro, 2007 | BBC Report LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||