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Atualizado às: 19 de dezembro, 2007 - 12h27 GMT (10h27 Brasília)
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ONU: Brasil está entre últimos da AL em escolaridade de jovens
Estudante
ONU diz que América Latina teve grandes avanços na educação
Os jovens brasileiros estão entre os que permanecem por menos anos na escola na América Latina, apesar de a freqüência escolar no Brasil estar acima da média da região, segundo indica um relatório divulgado nesta semana pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O relatório “Juventude Mundial 2007” indica que os jovens brasileiros entre 15 e 24 anos passaram em média 8,4 anos na escola – entre as pessoas de 24 a 59 anos, essa média é de 7,5 anos.

A maior média de anos passados na escola entre as pessoas de 15 e 24 anos foi registrada no Chile (10,9 anos), seguido do Peru (10,6) e da Argentina (10,5).

Entre os 18 países latino-americanos considerados pelo relatório, o período de anos de escola dos brasileiros de até 24 anos é maior somente do que o dos guatemaltecos (8,2 anos), hondurenhos e nicaragüenses (7,9 anos).

Em relação à freqüência escolar, 73,6% dos jovens brasileiros entre 13 e 19 anos pertencentes à camada dos 20% mais pobres freqüentam a escola, enquanto 89,8% dos jovens na mesma faixa etária entre os 20% mais ricos vão à escola.

O índice brasileiro para os jovens mais pobres é superior ao de nove países da lista – Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Paraguai e Uruguai.

Avanços

O relatório da ONU afirma que os países da América Latina tiveram grandes avanços no campo da educação nos últimos 30 anos, atingindo um índice médio de 95% das crianças matriculadas no ensino primário, superior aos 85% verificados entre os países em desenvolvimento em geral.

Apesar das melhoras no setor da educação, o relatório adverte que os jovens latino-americanos enfrentam mais dificuldades em conseguir trabalho e renda suficiente hoje do que há 15 anos.

Segundo a ONU, em 2002 cerca de 18% dos jovens entre 15 e 19 anos e 27% daqueles entre 20 e 24 anos não estavam nem estudando nem trabalhando.

O relatório chama a atenção para uma relação entre baixa escolaridade e dificuldades no mercado de trabalho e observa que os jovens que abandonam a escola entre 15 e 19 anos enfrentam mais dificuldades para encontrar trabalho ou encontram trabalhos mal remunerados.

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