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Cidades brasileiras sobem em ranking de custo de vida | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As cidades brasileiras estão ficando mais caras para se manter trabalhadores estrangeiros, segundo uma pesquisa realizada pela associação internacional para profissionais de recursos humanos ECA. Na América Latina, o Rio de Janeiro tem o custo de vida mais alto para os expatriados, seguido por Brasília e São Paulo. O estudo Custo de Vida 2007 compara os preços de 128 produtos e serviços normalmente consumidos por funcionários estrangeiros trabalhando em 300 cidades ao redor do mundo, entre eles comida, bebida, cigarro, roupas, refeições em restaurantes e transporte. O resultado da pesquisa é utilizado por empresas multinacionais para calcular os adicionais financeiros oferecidos a seus empregados quando eles são transferidos para o exterior. Segundo os realizadores do estudo, as três cidades brasileiras subiram bastante na lista das mais caras, em comparação com o ano passado, principalmente por causa da valorização do real frente ao dólar e também devido a uma alta dos preços no país. Nos últimos doze meses, Rio, Brasília e São Paulo passaram das 107ª, 121ª e 125ª posições para as 85ª, 92ª e 99ª posições, respectivamente, no ranking geral de 300 localidades. Caracas também subiu bastante na lista, devido à inflação de mais de 15%, segundo a organização, enquanto a valorização do peso colombiano fez com que Bogotá também se tornasse uma cidade mais cara do ponto de vista dos estrangeiros. A alta nos preços de bens e serviços em Buenos Aires catapultou a capital argentina em 19 posições no ranking. As mais caras do mundo A pesquisa da ECA concluiu que a cidade mais cara do mundo para os expatriados é Luanda, em Angola.
"Algumas pessoas podem ficar surpresas em ver cidades africanas nas primeiras dez posições. No entanto, porque a pesquisa de custo de vida da ECA compara preços de bens e serviços similares, alguns itens e marcas tipicamente consumidos por expatriados, que não estão disponíveis localmente, podem ser muito caros", explicou o gerente da ECA Lee Quane. Na segunda colocação no ranking está Oslo, na Noruega, seguida pela capital russa, Moscou, pela cidade de Stavanger, na Noruega, e Copenhague, na Dinamarca. A cidade mais barata para os trabalhadores estrangeiros, de acordo com a pesquisa, é Maseru, no Lesoto, o reino fincado em território sul-africano. |
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