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Governo saudita apóia condenação de mulher estuprada; assista | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Arábia Saudita apoiou uma decisão da Suprema Corte do país de condenar uma jovem mulher vítima de estupro a pena de 200 chicotadas e seis meses de prisão. O caso vem recebendo grande atenção no país e também no exterior. A jovem de 19 anos foi estuprada em outubro de 2006 e condenada a 90 chicotadas por estar em um carro com um amigo no momento do crime, cometido por um grupo de sete homens. Na Arábia Saudita, homens e mulheres são rigorosamente separados e mulheres apenas podem se relacionar com homens da família, além de terem de se cobrir dos pés à cabeça em público. O aumento da pena gerou protestos nos Estados Unidos, onde candidatos democratas à corrida presidencial americana pediram que o presidente George W. Bush pressione o rei Abdullah para reverter a decisão. O governo Bush, no entanto, reluta em repreender o governo saudita, um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. A jovem recorreu da decisão e acabou tendo sua pena aumentada pela Suprema Corte, por "tentar influenciar o Judiciário por meio da mídia", segundo os juízes. |
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