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Brasil é o '5º maior produtor mundial de lixo eletrônico' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Brasil é o quinto maior produtor de spam do mundo, apontou uma pesquisa divulgada pela empresa de segurança de internet Sophos. De acordo com o estudo americano, que analisou 12 países, os computadores registrados no Brasil foram responsáveis por 3,7% de todo o lixo eletrônico enviado no mundo entre julho e setembro deste ano. A pesquisa, que considerou o número de máquinas infectadas que repassam automaticamente mensagens não solicitadas, mostrou que os Estados Unidos continuam sendo o país que mais envia spam, com 28,4%. Em segundo lugar, vem a Coréia do Sul, responsável por 5,2% de todo o lixo eletrônico, seguida pela China, incluindo Hong Kong (4,9%), e Rússia, com 4,4%. Para Caroline Theriault, consultora de segurança da Sophos, a punição – principalmente nos Estados Unidos– de responsáveis pelo envio de lixo eletrônico não está resolvendo o problema. “Os EUA continuam a produzir a maior fatia das mensagens não solicitadas em todo o mundo. O problema é que milhares de spammers estão infectando computadores que, automaticamente, repassam o lixo”. “A única maneira de combater o problema é educando os usuários sobre como se proteger e usar seus computadores”, disse a consultora. Canadá Theriault elogiou as medidas adotadas pelo Canadá que, desde o lançamento do Plano de Ação Anti-Spam, em 2004, reduziu drasticamente a quantidade de mensagens não solicitadas enviadas por computadores do país. Naquele ano, o Canadá ocupava a quinta posição no ranking, com 2,91% dos spams do mundo. Em 2007, respondeu por apenas 0,8% do total. “Os Estados Unidos devem se mirar no exemplo do vizinho que, desde o lançamento do plano, conseguiu engajar empresas e usuários na luta contra o lixo eletrônico”, disse Theriault. |
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