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Atualizado às: 26 de outubro, 2007 - 12h15 GMT (10h15 Brasília)
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Guarda Revolucionária do Irã desafia EUA
Soldado da Guarda Revolucionária iraniana (Foto: Arquivo)
Guarda Revolucionária é a maior força militar do Irã
O chefe da Guarda Revolucionária do Irã, Mohammad Ali Jaafari, disse que o grupo está "mais pronto que nunca" para defender os ideais da Revolução Iraniana.

A declaração foi uma resposta às novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos na quinta-feira, que atingem o grupo diretamente, ao impor retaliação a qualquer empresa estrangeira que negocie com ele.

O governo americano classificou a Guarda como uma organização terrorista.

Segundo o correspondente da BBC em Teerã, John Leyne, o grupo controla cerca de 30% da economia iraniana, sendo responsável por contratos de construção civis e pelas operações do novo aeroporto internacional da capital.

Para analistas, as restrições poderão prejudicar a já instável economia do Irã.

China e Rússia

Depois do anúncio das sanções, o vice-secretário de Estado americano, Nicholas Burns, acusou a Rússia e a China de dar apoio e ajuda aos militares iranianos.

Em entrevista à BBC, ele disse que o governo russo deveria parar de vender armas ao Irã e que a China deveria suspender investimentos no país.

"A China hoje é o principal parceiro comercial do Irã. É muito difícil para esses países dizer que nós estamos atacando sozinhos quando eles têm suas próprias políticas militares, dando apoio e ajuda para que o governo iraniano reforce seus próprios militares", afirmou Burns.

O vice-secretário disse ainda que, apesar das diferenças com a Rússia e com a China, os Estados Unidos têm esperanças de que o Conselho de Segurança da ONU aprove uma terceira resolução impondo novas sanções ao Irã, em novembro.

Ele afirmou esperar que o Irã desista da confrontação e concorde em negociar.

"Queremos sentar à mesa, queremos uma solução pacífica para esta disputa", disse. "Mas para reforçar a diplomacia, às vezes temos que dar a ela um lado mais duro."

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