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Pesca e clima ameaçam predadores do Mar de Coral; assista | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ambientalistas querem que o Mar de Coral, que ocupa uma área de 780 mil quilometros quadrados no nordeste da Austrália, seja declarado oficialmente como Área Marinha Protegida. Na região, existem milhares de espécies, mas a preocupação maior é com os grandes predadores do mar, como arraias-mantas e principalmente tubarões. As barbatanas usadas na culinária são populares nos mercados asiáticos. Podem custar até US$ 50 cada uma. Os tubarões também atraem um grande número de turistas. Para o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), as ameaças vêm não só da pesca ilegal, mas também da exploração de petróleo e gás e das mudanças climáticas. Um ecossistema tão frágil pode não resistir ao aumento da temperatura dos oceanos. Segundo o WWF, o número global de predadores no oceano diminuiu 90% desde 1950. O recife de Osprey, no Mar de Coral, é uma das atrações turísticas mais populares da Austrália. Se o pedido dos ambientalistas for atendido, esta será a maior Área Marinha Protegida do mundo. |
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