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Agência francesa quer investir U$ 100 mi na Amazônia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Banco da Amazônia e a Agência Francesa do Desenvolvimento, instituição financeira de ajuda aos países pobres, concluíram em Paris um protocolo de intenções para a realização de projetos econômicos e ambientais na Amazônia. De acordo com o presidente do Banco da Amazônia, Abidias José de Souza Júnior, a parceria com a agência francesa poderá resultar em investimentos da ordem de US$ 100 milhões em linhas de crédito para projetos de desenvolvimento sustentável na região brasileira. Essa é a quantia já obtida recentemente pelo Banco da Amazônia em um convênio com o Banco do Japão para a Cooperação Internacional, que está em fase final de assinatura para a liberação dos recursos, diz Souza Júnior. “Acredito que esse mesmo caminho será feito com a Agência Francesa de Desenvolvimento. A instituição francesa tem capital próprio e também consegue captar recursos no mercado internacional com custo mais barato”, afirma o presidente do Banco da Amazônia. Segundo ele, isso torna mais viável as operações de longo prazo, como no caso dos projetos de reflorestamento. Escritório em Brasília A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) atua em mais de 60 países com projetos que totalizaram 3,1 bilhões de euros no ano passado. Mais da metade da ajuda pública francesa ao desenvolvimento é destinada à África. No Brasil, a AFD estaria interessada em participar de projetos nas áreas de reflorestamento, energia, biocosméticos, produtos farmacêuticos e fruticultura, diz o presidente do Banco da Amazônia. Para reforçar sua ação no Brasil, a agência francesa vai abrir no início da próxima semana um escritório em Brasília e passará a ter um representante específico para o país. O Banco da Amazônia realiza atualmente uma ação de captação de investimentos internacionais para a região. O presidente do banco participou do Salão do Brasil em Paris, onde realizou uma palestra sobre oportunidades de negócios e também falou sobre os desafios para o desenvolvimento da região amazônica. Após a França, o presidente do Banco da Amazônia visitará os Estados Unidos, Cuba e países sul-americanos para tentar atrair novos investimentos. “Esperamos atrair um bom volume de dólares, que serão aplicados em projetos de desenvolvimento sustentável nos Estados da região amazônica”, afirma Souza Júnior. |
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