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Atualizado às: 23 de agosto, 2007 - 19h14 GMT (16h14 Brasília)
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Britânico é preso por 'roubar' conexão wi-fi
Homem foi flagrado usando laptop em uma calçada de Londres
Um homem britânico foi preso pela acusação de utilizar a internet sem fio de banda larga (wi-fi) do vizinho sem permissão.

Inicialmente o homem foi detido por dois policiais do setor de Apoio à Comunidade, em Chiswick, oeste de Londres, na terça-feira.

Os policiais suspeitaram quando viram o homem de 39 anos usar seu laptop em frente a uma casa.

Quando interrogado, o homem admitiu que estava usando uma conexão wi-fi sem proteção. Mais tarde ele foi libertado sob fiança.

O caso agora está sendo investigado pela unidade de crimes de computadores da Polícia Metropolitana de Londres.

"Esta prisão deve funcionar como alerta para pessoas que pensam que é aceitável usar de forma ilegal as conexões de banda larga que pertencem a outra pessoa", disse o policial Mark Roberts.

Segundo a lei britânica o uso de acesso à internet grátis de forma desonesta é crime, segundo uma lei de 2003.

Outros casos

Este foi o terceiro caso conhecido de uso de serviços de internet sem permissão.

Sinais marcavam locais onde internet poderia ser usada de graça em Londres
Sinais marcavam locais onde internet poderia ser usada de graça em Londres

Baixar programas grandes usando uma conexão wi-fi pode prejudicar a velocidade de acesso do verdadeiro dono da conexão ou mesmo o limite de programas a serem baixados, mas um uso normal (checagem de emails, por exemplo) não deve sequer ser notado. A maioria das vítimas não sofreria nenhuma perda neste caso.

Em 2002, Matt Jones, o designer original da página em inglês da BBC, criou o "warchalking" com um grupo de amigos. Estes símbolos desenhados com giz (chalk, em inglês) em muros e calçadas mostravam para os entendidos onde estava a internet sem fio de graça.

Entre os críticos da prática está a empresa de telecomunicações Nokia, que meses depois afirmou: "Isto é roubo, puro e simples".

A empresa temia que usuários ilegais se juntassem perto de uma rede aberta, diminuindo sua velocidade. E também com as considerações éticas.

Mas, o filósofo Julian Baggini, afirma que não estes roubos não são tão graves.

"Sou a favor dos ladrões (de internet) neste caso. Se você está fazendo isto sistematicamente (...) isto é imoral. Mas uso ocasional durante uma viagem é um pouco como ler seu livro usando a luz que vem da janela de alguém. É como comer os restos (de comida) deixados por alguém", afirmou.

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