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Atualizado às: 07 de agosto, 2007 - 13h01 GMT (10h01 Brasília)
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Brasileiras 'são as que mais reclamam' de impotência masculina
casal abraçado
Pesquisa analisou perfil sexual da mulher moderna
As mulheres brasileiras são as que se sentem mais prejudicadas pela impotência sexual masculina, segundo revelou uma pesquisa realizada pela farmacêutica Bayer Healthcare.

O estudo Sexo e a Mulher Moderna investigou como as mulheres se sentem em relação às suas vidas sexuais e explorou o impacto da disfunção sexual masculina nos relacionamentos.

No Brasil, 45% das entrevistadas disseram se sentir prejudicadas quando o parceiro sofre de dificuldade de ereção.

Na América Latina esse percentual é de 37% e na Europa, de 23%. As britânicas são as que menos se sentem afetadas pela impotência sexual masculina.

A pesquisa, que ouviu 14 mil mulheres de 14 países, identificou o novo perfil sexual da mulher moderna: a "mulher vitassexual".

"Acima dos 40 anos e dona de si mesma, a mulher vitassexual considera o sexo fundamental, quer espontaneidade na vida sexual, mais diálogo e acredita na importância da satisfação do parceiro", explicam os pesquisadores.

Pouco mais da metade das brasileiras (51%) também disse que gostaria de ter uma vida sexual melhor. As italianas (18%) foram as que menos reclamaram da vida sexual no último ano.

Pilar do relacionamento

Em números gerais, o estudo revela que, nos casais que convivem com disfunção erétil, 52% das mulheres manifestaram o desejo de melhorar a vida sexual.

"Mais que desejar uma vida sexual ativa e de qualidade, essas mulheres demonstram pensamento similar ao do homem, pois classificam o sexo como um dos mais importantes pilares do relacionamento", disse o pesquisador e sexólogo John Dean.

O estudo também avaliou o tamanho da importância do sexo na vida das mulheres. As coreanas (94%) são as que mais acreditam que o sexo tem grande importância, seguidas pelas sauditas (86%).

O Brasil aparece na décima posição, com 72% das entrevistadas dizendo que o sexo tem grande valor em suas vidas.

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