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Erros em atestados de óbito chocam argentinos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades argentinas iniciaram uma investigação após duas pessoas – um homem de 71 anos e um bebê prematuro – terem sido erroneamente dadas como mortas por médicos em incidentes separados. A família de Juan Llandor começou a preparar seu enterro após ter sido informada de que ele havia morrido após uma batalha de quatro anos contra um câncer no rim. Seu corpo foi transportado para o necrotério do hospital para ser preparado para o funeral, mas três horas depois um empregado foi ao local para transportar outro corpo e percebeu que ele estava respirando. A família foi chamada outra vez e adiou o funeral. “Foi uma situação inacreditável”, reclama a filha de Llandor, Ana Maria. Bebê prematuro Um incidente semelhante ocorreu em uma outra cidade da província de Buenos Aires, onde uma menina nasceu prematuramente. Os médicos tentaram reavivá-la, mas ela foi declarada morta pouco depois e levada para o necrotério. Mas poucas horas depois, ela foi vista chorando. A menina acabou morrendo três dias depois. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Brasileira quase é levada viva para necrotério na Itália04 setembro, 2006 | BBC Report | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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