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Grupo armado seqüestra 'criança britânica' na Nigéria | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma criança de três anos de idade, que seria filha de um cidadão britânico radicado na Nigéria, foi seqüestrada por um grupo de homens armados no Delta do Rio Níger, segundo informações da polícia nigeriana. A criança foi levada de um carro, quando estava a caminho da escola, na parte antiga da cidade de Port Harcourt no início da manhã. Na quarta-feira, cinco funcionários da indústria petrolífera foram tomados como reféns, no primeiro seqüestro na região desde que o principal grupo militante do Delta cancelou um cessar-fogo que durava um mês. O Ministério do Exterior britânico ainda não confirmou a nacionalidade da criança seqüestrada. Segundo o correspondente da BBC em Lagos, Alex Last, em quase todos os casos anteriores de seqüestro, as vítimas eram funcionários do setor petrolífero estrangeiros. No entanto, nos últimos meses os filhos de nigerianos ricos também se transformaram em alvos. Ainda de acordo com Last, ainda não se sabe quem levou a criança, mas existem muitos grupos armados que atuam no Delta do Rio Níger, e o seqüestro em troca de resgate se transformou em um negócio lucrativo. Reféns A menina seria a terceira criança a ser seqüestrada na Nigéria nas últimas semanas. A primeira menina a ser tomada como refém foi a filha de um empresário nigeriano. A filha de um legislador estadual também foi seqüestrada na semana passada. As duas foram libertadas ilesas, depois do pagamento de resgate, segundo o correspondente da BBC em Port Harcourt, Abdullahi Kaura. Mais de cem estrangeiros foram feitos reféns na região este ano. Correspondentes afirmam que geralmente os reféns são libertados depois do pagamento de resgates. O governo nigeriano e as companhias de petróleo sempre negam estes pagamentos. Ataques O incidente da quarta-feira envolveu dois cidadãos da Nova Zelândia, um australiano, um venezuelano e um libanês, todos seqüestrados em Soku. O principal grupo militante, o Movimento pela Emancipação do Delta do Níger (Mend, na sigla em inglês) afirmou que não teve participação no ataque. Na terça-feira, o Mend anunciou que não vai estender seu cessar-fogo de um mês. O cessar-fogo foi convocado para dar ao novo governo chance de estabelecer negociações na região. O grupo afirmou que vai retomar os seqüestros e ataques a instalações petrolíferas. O Mend ainda disse que foi afastado das negociações lideradas pelo governo a respeito do futuro do Delta do Rio Níger. Apesar de o Delta ser responsável por mais de 90% da renda da Nigéria, a região continua na pobreza, uma situação que os militantes afirmam querer mudar. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Candidato do governo vence eleições na Nigéria23 de abril, 2007 | Notícias ONU oferece ajuda após explosão na Nigéria27 de dezembro, 2006 | Notícias Explosão na Nigéria deixa cerca de 250 mortos26 de dezembro, 2006 | Notícias Políticos desviaram US$ 400 bi na Nigéria, diz comissão11 de agosto, 2006 | Notícias Violência na Nigéria eleva preço do petróleo20 de fevereiro, 2006 | Notícias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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