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Exposição mostra fotos raras de tráfico negreiro; veja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Imagens doadas ao Real Museu Naval da Grã-Bretanha mostram aspectos raramente vistos do comércio de escravos. As fotografias, feitas no início do século 20, mostram marinheiros britânicos libertando escravos na costa leste da África, cem anos depois da lei que, em 1807, proibiu o comércio de escravos e que cumpre seu bicentenário neste ano. Uma das fotos mostra um ferreiro quebrando as correntes que prendem um escravo pelo pé. Outra mostra oficiais britânicos ao lado de um traficante detido quando levava escravos a países do Oriente Médio e Ásia. O material foi doado pela família do marinheiro Joseph John Chidwick, que fazia parte da tripulação do HMS Sphinx no Golfo Pérsico. Abolição As expedições britânicas começaram logo depois da probição do tráfico de escravos em 1807 e se concentraram na primeira metade do século 19. Segundo o Museu Naval, que fica na cidade costeira de Portsmouth, em quase seis décadas de patrulhamento, de 1808 a cerca de 1860, a Marinha Real britânica apreendeu cerca de 1,6 mil navios negreiros, libertando cerca de 150 mil escravos que estavam sendo transportados neles. Historiadores acreditam que, apesar de isto significar apenas 10% do número de navios envolvidos nas operações, os britânicos ajudaram a pressionar nações que lideravam o tráfico negreiro, como o Brasil na primeira metade do século 19. As imagens foram incorporadas à exposição Chasing Freedom – The Royal Navy and the Transatlantic Slave Trade, que pode ser visitada até o dia 3 de janeiro de 2008. |
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