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Cão farejador busca celulares em cadeia; veja vídeo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A prisão britânica de Norwich, na cidade de Norfolk, conseguiu uma grande ajuda no esforço para evitar que os prisioneiros continuem a se comunicar com o mundo exterior: um cão treinado para encontrar celulares pelo cheiro. Telefones celulares são proibidos nas penitenciárias britânicas e chegam a custar no mercado negro o equivalente a cerca de R$ 2 mil. O cão farejador Murphy, um springer spaniel de dois anos e meio, já chegou a encontrar um telefone escondido dentro de um livro. "Os telefones celulares têm seu cheiro específico. Quando conseguimos identificar esse cheiro e ensiná-lo ao cão, tudo funciona mais ou menos como se fosse um farejador de drogas", diz o adestrador Mel Barker. Treinamento A intenção das autoridades agora é treinar mais cães nesta técnica e enviá-los para outras cadeias pelo país. O diretor da prisão Norwich, James Shanley, diz que a posse de um celular dentro da cadeia permite que um crimonoso continue atuando fora das grades. "Com um telefone nas mãos, um prisioneiros pode ameaçar testemunhas ou outras pessoas, continuar seus negócios ilícitos e mesmo planejar uma fuga", diz. |
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