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Chanceler colombiana renuncia após ter irmão preso | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A ministra das Relações Exteriores da Colômbia, María Consuelo Araújo, renunciou nesta segunda-feira, em meio a denúncias de que o seu irmão e o seu pai teriam ligações com grupos paramilitares. "A certeza da inocência do meu pai e do meu irmão me obriga a sair para ter a liberdade de estar ao lado deles e apoiá-los como filha e como irmã", disse Araújo, lendo a carta de renúncia, durante uma entrevista coletiva convocada de última hora. A chanceler, que havia sido confirmada no cargo na sexta-feira pelo presidente Álvaro Uribe, disse não sentir "apego por nenhum cargo, a não ser pelos resultados que beneficiam o país". O irmão da ministra, o senador Álvaro Araújo, foi preso na quinta-feira - junto com outros sete parlamentares - depois de ser acusado de ligações com o grupo Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), que mantém negociações com o governo como parte do processo de paz no país. As prisões fazem parte de uma campanha da Corte Suprema de Justiça contra políticos ligados aos paramilitares. O pai da chanceler, Álvaro Araújo Noguera, é investigado pela mesma razão. Outros aliados de Uribe no Congresso já foram acusados de vínculos com esses grupos, em um escândalo que a imprensa colombiana já chama de "parapolítica". María Consuelo Araújo exerceu o cargo por apenas seis meses. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Cinco congressistas são presos na Colômbia16 de fevereiro, 2007 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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