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Moeda de dólar muda de cara para desbancar nota | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A US Mint, a Casa da Moeda americana, apresentou nesta quinta-feira a nova cara da moeda de um dólar em mais uma tentativa de popularizar o uso de moedas no país apegado às suas cédulas. Para convencer os americanos a trocarem as suas "verdinhas" por moedas, a US Mint encomendou uma nova série de efígies de presidentes mortos, a começar por George Washington. A cada ano, mais quatro ex-presidentes vão ser homenageados na próxima década. Essa não é a primeira vez que os Estados Unidos tentam introduzir o dólar de cobre no país, mas na última vez, em 2000, a moeda "não pegou". Os novos perfis dos presidentes foram aumentados, e as moedas ganharam um tratamento químico especial para ficarem douradas e brilhantes por mais tempo. Além disso, pela primeira vez foram inscritas as expressões "E Pluribus Unum" (De Muitos, Um) e "In God We Trust" (Confiamos em Deus), nas bordas das moedas. 'Banho de loja' A inscrição na lateral foi determinada pelo Congresso, que aprovou a nova série de dólares de cobre em 2005. Para muitos, o banho de loja dado ao novo dólar denuncia a intenção de substituir as cédulas de valores baixos por moedas, a exemplo do que já aconteceu na União Européia, na Grã-Bretanha e na Austrália. Especialistas dizem que, para que a troca das cédulas por moedas seja bem-sucedida, seria preciso que as cédulas saíssem de circulação. No entanto, a aposentadoria da "verdinha" tem que ser aprovada pelo Congresso americano, que, no momento, não tem planos de discutir o assunto. Existe grande probabilidade de que a nova série de moedas acabe despertando mais o interesse de colecionadores do que dos consumidores. Pesquisas de opinião mostram que grande parte dos americanos rejeita a troca e uma parcela menor critica até mesmo a coexistência de moedas e notas. | NOTÍCIAS RELACIONADAS EUA fazem nova tentativa para emplacar moeda de US$ 121 de novembro, 2006 | Economia LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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