BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 07 de fevereiro, 2007 - 15h28 GMT (13h28 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
Furlan diz não ver problema na queda do dólar

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, minimizou a importância da recente queda do dólar em relação ao real.

"Os eventos dos últimos dois dias não podem gerar uma polêmica extraordinária", afirmou o ministro a jornalistas.

"A política vem sendo eficaz ao longo dos últimos 12 meses", disse ele. "Uma queda de 2,5% não pode mudar uma política de longo prazo."

Nesta terça-feira, o real fechou cotado a R$ 2,08, o menor valor desde maio.

"Longo prazo"

O ministro disse que o real oscilou menos do que outras moedas, se for comparado às variações do dólar em relação ao euro e da moeda européia em relação a outras.

"Para o comércio exterior, o importante é ter previsibilidade no longo prazo", afirmou. Neste sentido, ele disse que "o pior momento já passou!".

Furlan criticou muito a valorização do real frente ao dólar no início deste movimento, no final de 2004, alertando para um possível impacto nas exportações brasileiras, mas deixou de falar sobre o assunto quando a balança continuou superavitária apesar do fortalecimento da moeda brasileira.

A queda do dólar nos últimos dias, porém, provocou declarações contraditórias de membros do governo.

Na terça-feira, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o Banco Central "está bobeando"

"Eu acho que o Banco Central está bobeando em desacelerar o ritmo de redaução dos juros. Isso propiciou essa valroziação do real".

Balança comercial

Ainda na terça, o movimento das taxas cambiais também foi minimizada pelo minsitro da Fazenda, Guido Mantega.

"Nós temos mantido o câmbio em um patamar razoável nos útlimos tempos", disse Mantega, depois de um reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Paulo Bernardo (Planejamento) e Henrique Meirelles (Banco Central).

Economistas críticos da valorização do real argumentam que o câmbio valorizado está levando a um rápido aumento das importações e prejudicando exportações.

De acordo com essa visão, o câmbio estaria assim inibindo a produção doméstica com reflexos negativos no crescimento econômico e na criação de empregos.

Para outros, a valorização da moeda é resultado justamente dos grandes saldos comerciais acumulados nos últimos anos graças ao aumento das receitas de exportação.

JornaisFinancial Times
Reformas de Lula são 'tímidas', avalia editorial.
Arrocho salarial
Brasil fica em 37º em ranking que prevê ganhos em 2007.
Funcionárias chinesas costuram roupas para exportaçãoComércio exterior
China desloca Brasil em exportações para o Mercosul.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade