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Atualizado às: 24 de janeiro, 2007 - 17h48 GMT (15h48 Brasília)
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Objetivo é crescer ao ritmo de 5% no fim do ano, diz Furlan

Integrantes do Fórum Econômico Mundial
Presidente Lula chega ao Fórum Econômico nesta quinta-feira
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, disse nesta quarta-feira que o governo espera que o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), anunciado nesta semana, possibilite crescer a um ritmo de 5% ao ano ainda em 2007.

“Acho que o grande objetivo deste ano é chegar ao final do ano na velocidade para 5%, mas não no acumulado do ano”, destacou o ministro, que chegou nesta quarta-feira a Davos para participar do Fórum Econômico Mundial.

“As medidas (do PAC) têm um caráter inercial. Algumas delas até são instantâneas, quem quiser comprar um computador hoje vai ter uma redução de preço. Mas a maioria das medidas depende de investimentos, projetos regulamentação e muitas medidas provisórias têm que passar pelo Congresso”, disse o ministro.

Sobre as críticas ao plano, de que estaria usando recursos já incluídos no orçamento, o ministro disse que a repercussão deve ser feita apenas daqui a quatro anos quando as medidas estiverem implementadas.

“Como dizia meu avô, só não erra quem não faz”, brincou.

Bilaterais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chega na quinta-feira a Davos, e os ministros que o acompanham terão vários encontros bilaterais durante o Fórum Econômico Mundial.

Um dos objetivos é apresentar o PAC em detalhes aos empresários, entre eles executivos da Coca-Cola, do Citibank e do Google.

“Acredito que muito empresários estão curiosos para saber mais detalhes. Quem sabe isso possa inclusive estimular mais investimentos”, comentou Furlan.

O ministro adiantou que, na sexta-feira, quando falará sobre o Brasil no evento, o presidente Lula fará uma “prestação de contas”.

“A idéia é que o presidente pudesse fazer uma espécie de prestação de contas depois de quatro anos. Ele esteve aqui em 2003 e era uma grande novidade para a comunidade internacional”, disse.

Após 2003, o Brasil acabou ficando de lado da agenda do evento, enquanto China e Índia ganharam mais espaço nas discussões.

Neste ano, o presidente Lula fará uma espécie de palestra sobre as mudanças no país e participa ainda de uma mesa-redonda sobre a América Latina.

Albert FishlowAlbert Fishlow
Para economista, PAC lembra políticas dos anos 60 e 70.
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